
Escrita por Ery Lopes
Quando Adam despertou o Sol já estava radiante no céu anil, sem nenhum sinal de chuva.
Seu pai entrou no quarto repentinamente convidando:
— Que tal uma partida de futebol hoje?
— Claro que sim! — disse Adam, bem entusiasmado.
O garoto levantou-se, pegou sua bola nova e já queria sair correndo para o campinho. No entanto, seu pai o interceptou:
— Espere um pouco, rapazinho. Primeiro, terá que se lavar, tomar café da manhã, escovar os dentinhos e só depois vem a hora da bola.
Adam ficou levemente irritado, sentiu uma pontada de dor no coração, mas logo em seguida ficou calmo, deu um forte abraço no seu pai e respondeu:
— Sim, papai! Eu te amo!
Depois de todos os preparativos, lá estava Adam, com sua bola e suas chuteiras novas, ao lado do pai, seguindo para um campinho de futebol ali perto de sua casa.
Lá chegando, ele encontrou alguns amigos já conhecidos e os convidou para o jogo. Além disso, ele avistou outras crianças diferentes da sua turma.
— Posso brincar também — disse um deles.
Adam respondeu prontamente.
— Claro! Como se chama?
O menino respondeu:
— Eduardo. E esta é minha irmã, Clarice. Ela também pode brincar conosco?
Adam concordou logo:
— Claro, todos podem participar.
E havia mais outra menina lá:
— Meu nome é Michelle. Posso brincar também?
E todos se divertiram muito.
No final, quando estavam se despedindo daquela feliz brincadeira de futebol, Adam falou para os novos amigos:
— Engraçado, eu tenho a impressão que conheço vocês de algum lugar!
E a partir daquele dia, eles se tornaram grandes amigos.